Célula Bombardeada

Uma Pesquisa Proposta para a Avaliação Laboratorial e Clínica da Terapia Prânica 
Diretor do Projeto: Joie P. Jones Professor de Ciências Radiológicas da University of California Irvine - Irvine, CA 92697 - 5000
Telefone: 949-824-6147
E-mail: jpjones@uci.edu
Data: Agosto de 2001

DESCRIÇÃO E SUMÁRIO DA PESQUISA PROPOSTA

Terapia Pranica é uma terapia do biocampo consagrada na China milhares de anos atrás, mas redescoberta e reformulada recentemente por Mei Ling e seu discípulo Master Choa Kok Sui. Praticantes acreditam que são capazes de tocar no chamado “prana” ou “chi, a “energia universal” ou “energia vital” e utilizar essa energia para promover ou estimular a cura. O processo da Terapia Prânica envolve e inclui (1) dar o reconhecimento propício a sua origem antiga e para todos aqueles que tenham contribuído para o seu desenvolvimento, (2) explorar a energia ou a aura da pessoa para diagnosticar qualquer anormalidade, e (3) limpar e energizar o corpo, os chakras, e a aura da pessoa com prana de cor apropriada para promover cura e balanceamento. Hoje, milhares de praticantes da Terapia Prânica ao redor do mundo estão seguindo os ensinamentos do Mestre Choa e o livro de tratamentos por ele desenvolvidos para uma variedade de doenças, com base em anos de estudo e descobrimentos. Como parte do UCI Center for Frontier Medicine in Biofield Science (UCI/CFMBS), esse projeto colaborativo irá, pela primeira vez, avaliar criticamente a Terapia Prânica nos âmbitos laboratoriais e clínicos, utilizando rigorosos métodos científicos. Dois estudos são propostos. O primeiro, um estudo laboratorial de seis meses para ampliar e construir em cima dos resultados preliminares e encorajadores já obtidos, que investigará os possíveis efeitos da mediação da Terapia Prânica nas células HeLa em cultura que foram expostas a diversos níveis de radiação gamma.
As taxas de sobrevivência à radiação das células HeLa são conhecidas, e este modelo laboratorial é bem estabelecido e caracterizado para estudos dos efeitos da radiação. Aqui, o objetivo da Terapia Prânica será de alterar os efeitos da radiação e alterar as curvas das taxas de sobrevivência das células HeLa para uma diversidade de parâmetros de radiação.  Esse primeiro estudo também determinará se a Terapia Prânica aplicada em maior proximidade das células em cultura é de alguma forma distinta daquela aplicada a distância. Repetindo esses experimentos usando oito diferentes Terapeutas Prânicos (incluindo os dois únicos indivíduos mundialmente considerados Mestres), nós iremos determinar os efeitos do treinamento, experiência, e mesmo talento na aplicação desta modalidade. Experimentos selecionados serão repetidos sob diversas condições de isolamento. O que significa que, células HeLa irradiadas em cultura serão tratadas com Terapia Prânica enquanto isoladas de campos elétricos, magnéticos, de raios-x, e/ou raios gama. Esses experimentos determinarão claramente o biocampo associado à Terapia Prânica e, possivelmente, levarão a um novo quadro teórico para a descrição de tudo sobre a cura energética. O segundo estudo deste programa proposto, realizado se e somente se o estudo laboratorial demonstrar claramente um efeito significante, é uma investigação clínica double blind de três anos aplicada a pacientes com queimaduras selecionados aleatoriamente (N=500) na UCI Burn Unit. Apesar de o Diretor da Burn Unit estar ciente do objetivo do nosso estudo, os outros médicos e a equipe da unidade não serão informados e será dito que qualquer documentação adicional está relacionada aos resultados de um estudo em curso. Os pacientes da Burn Unit inclusos neste estudo receberão os cuidados padrões definidos pela Unidade e não estarão conscientes de nenhum estudo de Terapia Prânica em curso. Todo paciente na Burn Unit é um possível candidato para o nosso estudo e a sua seleção será amplamente baseada na possibilidade do médico responsável ter ou não tempo suficiente para o preenchimento de um formulário de uma página descrevendo a sua condição e enviá-lo por FAX ao Diretor do Programa. Acreditamos que podemos facilmente captar 150 pacientes por ano para o nosso estudo.
A cada paciente incluído no estudo será aleatoriamente determinado receber (ou não) Terapia Prânica à distância. Individualmente os Terapeutas Prânicos determinarão a distância e a freqüência do tratamento, registrando estas informações em um anexo ao formulário sobre condição do paciente. Após a alta do paciente, cada médico e membro da equipe envolvida nos cuidados avaliarão o ritmo de recuperação do paciente e suas condições. Essas avaliações determinarão a eficácia do Tratamento Prânico na promoção da cura de queimaduras e providenciará a base para estudos clínicos adicionais em outras áreas.
LOCAIS DE PERFORMANCE:
University of California Irvine, Irvine, Califórnia
University of California Irvine Medical Center, Orange, Califórnia

PESSOAL CHAVE

Nome Organização Papel no Projeto

Joie P. Jones, Ph.D.

Dept. de Ciências Radiológicas da University of California Irvine

Diretor do Projeto

Bruce M. Achauer, M.D. Dept. de Cirurgia, UC Irvine; Diretor Co-investigador,
Centro de Queimados
M. E. Cinat, M.D.
Dept. de Cirurgia, UC Irvine;
Investigador Clínico,  
Centro de Queimados
S. Iraniha, M.D.

Dept. de Cirurgia, UC Irvine;

Investigador Clínico
Master Choa Kok Sui Institute for Inner Studies e The World Pranic Healing Foundation, Manila, Filipinas Terapeuta Prânico
Master Stephen Co American Institute of Asian Studies, Diamond Bar, CA

Terapeuta Prânico

Daniel P. O'Hara Institute of Inner Arts & Sciences Mission Viejo, CA

Terapeuta Prânico

Mary D. Clark, Ph.D Calif. Institute for Human Science Encinitas, CA

Terapeuta Prânica

Rose Homan, D.D.S. Santa Mônica, CA

Terapeuta Prânica

Kathie Albertson, L.Ac Center of Holistic Healing Upland, CA Terapeuta Prânica
Sybil Baker, RN Columbus, OH

Terapeuta Prânico

Suzanne Lange, LMT Columbus, OH

Terapeuta Prânica

Ricardo Alves Los Angeles, CA

Terapeuta Prânico

Alejandre Graterol Venezuela

Terapeuta Prânico

Aruna Chawla Irvine, CA

Terapeuta Prânica

PLANO DE PESQUISA

A: DOENÇAS ESPECÍFICAS
Nosso objetivo imediato é a produção de uma avaliação crítica a respeito da Terapia Prânica nos âmbitos laboratoriais e clínicos com base na utilização de rigorosos métodos científicos. O objetivo a longo prazo é determinar, se possível, uma base científica para a Terapia Prânica e a eficácia desta modalidade de tratamento. Objetivos similares, porém direcionado a outras terapias de biocampo (Johrei, Therapeutic Touch, e Qigong), são sustentados pelo Center for Frontier Medicine in Biofield Science (CFMBS), do qual este projeto faz parte. A pesquisa proposta visa determinar o âmbito de validade da Terapia Prânica e, no contexto da CFMBS, de outras terapias de biocampo. A pesquisa proposta também procura determinar qualquer princípio unificador entre as várias modalidades de terapia de biocampo assim como uma formalidade geral que possa descrever a cura energética.
O projeto proposto tem dois estudos, Os intuitos específicos e as hipóteses associadas destes estudos estão sendo arroladas abaixo.
Determinar possíveis efeitos da mediação da Terapia Prânica aplicada às células HeLa em cultura que tiverem sido submetidas a diversos níveis de radiação.

Estudo#1: Hipóteses a serem testadas: 

(1)Terapia prânica aplicada as célula HeLa expostas a radiação irá aumentar a curva da taxa de sobrevivência das células.
(2)Os efeitos da Terapia Prânica em células HeLa serão independentes da localização do terapeuta.
(3)Os efeitos da Terapia Prânica nas células HeLa não serão afetados por nenhum tipo de isolamento ao redor das células.
(4)A magnitude do efeito produzido pela Terapia Prânica depende da experiência e proficiência do terapeuta.
Determinar os possíveis efeitos da intervenção da Terapia Prânica aplicada a pacientes com queimaduras escolhidos aleatoriamente.

Estudo#2: Hipóteses a serem testadas:

(1) Um grupo de pacientes com queimaduras tratados com Terapia Prânica terão uma melhora significativa em comparação a um grupo similar que não recebeu o tratamento.

B: SEGUNDO PLANO E SIGNIFICÂNCIA

Terapia Prânica é uma terapia de biocampo consagrada na China milhares de anos atrás, porém redescoberta e reformulada em tempos recentes por Mei Ling e seu discípulo Master Choa Kok Sui. Praticantes acreditam que são capazes de tocar no que chamamos de pRana, ou chi, ou força universal ou força vital e utilizar essa energia para promover ou propiciar a cura.
Master Choa, embora instruído como engenheiro, se interessou desde muito novo em ioga, fenômenos físicos, misticismo, e QiGong Chinês. Esse interesse o levou a estudar por 20 anos o que ele denominava “estudos esotéricos”. No decorrer destes anos, ele teve relações muito próximas com diversos iogues, curadores, clarividentes, Mestres QiGong, e algumas pessoas extraordinárias que estavam em contato telepático com seus gurus espirituais. Durante esses tempos de estudos e descobertas, Mestre Choa redescobriu métodos de cura primeiramente desenvolvidos na China milhares de anos atrás. Abordando estes métodos de cura como cientista e engenheiro, Mestre Choa passou mais alguns anos experimentando para determinar a efetividade e os mecanismos desses métodos, utilizando da observação de clarividentes experientes para o monitoramento dos experimentos. Desses estudos surgiu a modalidade de cura agora denominada Terapia Prânica. Imprescindível citarmos o livro de Mestre Choa Kok Sui, considerado um marco divisório na abordagem do tema (Choa Kok Sui, 1990): “Este livro trata basicamente da cura paranormal, não tanto em seu aspecto especulativo, porém mais em relação ao como e ao porquê. A abordagem nele adotada é simplificada e mecânica, e ao mesmo tempo, espiritual. É mecânica no sentido de que tudo o que se tem a fazer é seguir as instruções passo a passo, e os resultados previstos aparecerão. É espiritual no sentido de que, através da oração e da invocação, o praticante se tornará um canal de cura divino. Este livro ensina, em uma semana ou duas, como curar indisposições menores, e em um mês ou dois, a curar casos difíceis. Ninguém precisa de dez a vinte anos somente para aprender a realizar a cura paranormal. E também não há a necessidade de nascer com nenhum “poder de cura inato especial” e nem de ser clarividente para curar. Tudo o que é necessário é ter vontade de curar e seguir as instruções dadas nesse livro. Muitas das técnicas foram reveladas em livros por outros escritores, enquanto algumas foram redescobertas. Técnicas avançadas que foram privativamente ensinadas a mim são reveladas neste livro para ajudar a aliviar o sofrimento da humanidade devido às doenças. Muitas das técnicas avançadas de cura e conceitos foram ensinadas a mim pelo meu Respeitado Professor Mei Ling. Eu não sou clarividente e muito menos nasci com qualquer habilidade de cura. Se eu consigo aprender a curar efetivamente, você também pode.”
O processo da Terapia Prânica envolve e inclui (1) dar o reconhecimento devido a suas origens antigas e a todos que contribuíram para o seu desenvolvimento, (2) explorar a energia da aura da pessoa para diagnosticar qualquer anormalidade, e (3) limpar e energizar o corpo, os chakras, e a aura da pessoa com prana de cor apropriada para promover a cura e o balanceamento. Hoje, milhares de terapeutas prânicos estão seguindo os ensinamentos do Mestre Choa Kok Sui e o “livro de receitas” de tratamentos por ele desenvolvidos para uma variedade de doenças baseado em anos de estudo e descobrimentos. (Choa Kok Sui, 1990; Choa Kok Sui, 1995a Choa Kok Sui, 1995b).
O projeto proposto irá, pela primeira vez, avaliar criticamente a Terapia Prânica nos âmbitos laboratoriais e clínicos usando rigorosos métodos científicos. Professor Jones, o Diretor do Projeto do programa sugerido, foi introduzido a Terapia Prânica em 1997 quando, depois de ministrar uma apresentação acerca do seu trabalho com a acupuntura para um grupo de seminário na UCI, muitos Terapeutas Prânicos da platéia se apresentaram e o convidaram para um curto curso de Terapia Prânica com duração de um final de semana dado na UCI por Daniel P. O´Hara (um dos participantes do programa sugerido). Dr, Jones era extremamente céptico sobre as premissas básicas da Terapia Prânica, mas concordou em participar do curso e manter a sua mente aberta. No final do primeiro dia de curso ele ainda mantinha o seu ceticismo, e somente condições imprevisíveis o trouxeram de volta para o segundo dia. No final do segundo dia sua opinião mudou significantemente já que ele foi capaz de sentir os campos de energia e conduzir diversos experimentos que sugeriam que esta modalidade tinha certos poderes que eram inesperados e aparentemente inexplicáveis nos termos convencionais da biomedicina e biofísica. Esses eventos levaram o Dr. Jones a procurar mais informações sobre a Terapia Prânica, desenvolver suas próprias habilidades como um Terapeuta Prânico, e a conduzir uma série de estudos laboratoriais e clínicos (descritos na seção a seguir). Desde 1997, Dr. Jones participou de dois cursos introdutórios oferecidos por Mestre Co e os seguintes cursos oferecidos pelo Mestre Choa: MCKS Terapia Prânica, MCKS Terapia Prânica Avançada, MCKS Ioga Arhática, MCKS Clarividência Superior. Essa interação com a comunidade da Terapia Prânica, como estudante, como terapeuta, e como cientista interessado em entender e descrever o fenômeno colocou o Dr. Jones em uma posição única para a condução do projeto aqui proposto. Dr. Jones tem o respeito e o apoio da Comunidade da Terapia Prânica, tem o entendimento da modalidade, tanto como um destinatário como um curador, e tem o respaldo científico e interesse para conduzir um rigoroso estudo científico. Tanto Mestre Choa quanto Mestre Co foram instruídos como engenheiros e assim também tem um imenso interesse em ver realizado um estudo cientifico sobre esta modalidade. Eles são muito favoráveis ao presente estudo e contribuirão livremente com o seu tempo participando do estudo e assegurando seu sucesso. Apesar de o Mestre Choa estar na Califórnia apenas algumas vezes por ano, ele participará como um terapeuta quando aqui estiver. Mestre Co, residente do Sul da Califórnia, participará ativamente do programa numa base continua. Ele será assistido por pelo menos cinco outros Terapeutas Prânicos também do Sul da Califórnia (veja a lista das pessoas chaves). Diversos outros Terapeutas Prânicos locais foram identificados e provavelmente participarão do projeto, porém ainda não se ligaram oficialmente.
Como indicado no Sumário e na Seção de Métodos abaixo, nós propusemos avaliar a Terapia Prânica tanto em uma série de estudos laboratoriais usando células em cultura como em um estudo clínico Double blind usando pacientes com queimaduras. Ambos os estudos são de considerável significância e representam a primeira vez que esses estudos foram realizados para a Terapia Prânica. Resultados clínicos de uma população relativamente grande de pacientes (N=500) devem mensurar claramente a eficácia desta modalidade para uma população de pacientes diversa. O estudo laboratorial, investigando os possíveis efeitos da intervenção da Terapia Prânica quando aplicadas a células HeLa em cultura, que foram expostas a radiação, é especialmente significante. Não somente irá esse estudo quantificar o grau de capacidade da Terapia Prânica em propiciar a taxa de sobrevivência, como também irá determinar o papel da distância entre o Terapeuta e o objeto na alteração das respostas e o da blindagem na sua modificação. Nossas hipóteses de trabalho são que a terapia adjacente não é diferente da terapia à distância, e que isolar o alvo não tem efeito na cura. Sendo essas conjunturas provadas corretamente, como dados preliminares sugerem, o nosso conceito básico de biocampo deverá ser modificado. Não mais será apropriada a simples analogia a um campo eletromagnético ou ação à distância e uma nova formalidade será necessária. Resultados obtidos para a Terapia Prânica são prováveis de também serem obtidos para outras modalidades de cura. Isso quer dizer que cada uma das modalidades é simplesmente um aspecto de uma modalidade geral que poderá ser representada por um único formalismo. Um resultado neste sentido teria implicações e impactos muito além da medicina energética ou mesmo da biomedicina, e forçaria uma mudança radical na nossa visão de mundo e na nossa visão física do universo e da realidade.

C: ESTUDOS PRELIMINARES  

Dr. Jones, Diretor do Programa deste projeto sugerido, é um cientista internacionalmente reconhecido que conduziu pesquisas primeiramente sobre as imagens médicas e as aplicações médicas ultra-sônicas. Seus interesses e envolvimento começaram em 1996 quando, a partir de uma série de circunstâncias inesperadas, ele e um colega, Dr. Cho, juntos a diversos associados, usaram ressonância magnética funcional para observar a correlação entre a estimulação de certos pontos de acupuntura e a ativação do córtice cerebral correspondente. Esse trabalho, mostrando pela primeira vez a conexão entre a estimulação pela acupuntura e a atividade cerebral, foi publicado em 1998 no Proceedings of the National Academy of Sciences (Z H Cho,S C Chiung. J P Jones, ET AL, 1998). Esse documento foi considerado uma contribuição-marco para o estudo científico da acupuntura e um modelo para outro estudo no qual principais métodos científicos rigorosos são utilizados para criticamente avaliar as modalidades. Neste trabalho, Dr. Jones e os seus associados demonstram que a ativação de específicos pontos de acupuntura nos pés ao longo de um certo meridiano evidenciou um aumento do fluxo sanguíneo cortical em regiões circunscritas ao córtex visual, comparável em magnitude e localização cerebral àqueles obtidos pela estimulação do córtex visual por flashes de luz. Ademais, quando a agulha era direcionada a regiões próximas ao ponto (não no acuponto) não eram obtidos tais efeitos. Embora ainda seja necessário explicar a relação entre o ponto de acupuntura dos membros inferiores e o córtex visual, o fato de que essas respostas foram obtidas a partir de específicos pontos de acupuntura ao longo de um meridiano específico, e não na sua proximidade, proporciona amparo ao conceito de meridiano. Os pontos estimulados ao longo do meridiano da bexiga urinária foram aqueles registrados em antigos textos Chineses para tratamento de disfunções oculares e outras questões não relacionadas. Seguindo este estudo inicial, os autores confirmaram uma relação similar entre pontos relacionados à audição e o córtex auditivo.
Visando entender de uma maneira mais fundamental os mecanismos através dos quais acontece a estimulação de um ponto de acupuntura, Dr. Jones tem tido a possibilidade de tirar proveito da sua experiência com ultra-som, utilizando essa modalidade como uma ferramenta investigativa para o estudo da estimulação pela acupuntura. Um ponto de acupuntura relacionado à visão, localizado na lateral dos pés, foi primeiramente estimulado por técnicas convencionais de acupuntura e a ressonância magnética funcional foi utilizada para o registro da ativação correspondente no lóbulo occipital do cérebro. Imagens convencionais de ultra-sonografia foram usadas no monitoramento no posicionamento e aplicação da agulha de acupuntura. Depois, a agulha de acupuntura era substituída por um conjunto de transdutor ultra-sônico, o ponto de acupuntura era orientado e irradiado por pulsos ultra-sônicos, e a atividade cerebral correspondente registrada pela ressonância magnética funcional. Para uma diversidade de parâmetros de ultra-som, os resultados produzidos pela ressonância magnética funcional eram indistinguíveis daqueles produzidos pelas agulhas de acupuntura convencionais (J P Jones, 1999; J P Jones, 2001a; J P Jones, in press; J P Jones, et al, in preparation). Outros estudos da ressonância magnética funcional reconfirmaram a próxima correlação entre a estimulação direta do olho pela luz e a estimulação de um acuponto relativo à visão tanto com agulhas de acupuntura quanto com energia ultra-sônica.
Em estudos ainda em andamento sobre a estimulação de pontos de acupuntura pelo uso do ultra-som, Dr. Jones e seus associados realizaram algumas mensurações preliminares relativas ao tempo entre a estimulação ultra-sônica e o inicio da correspondente atividade cerebral. Com a atual precisão de medição limitada a 400 microsegundos, tardamentos entre 800 e 1500 microsegungos têm sido observados (J P Jones, ET AL, em preparação). Como o tempo de resposta para estritamente o caminho do nervo entre o pé e o cérebro é de 200 milissegundos, esses experimentos preliminares sugerem que outras alternativas são necessárias para explicar a quase imediata resposta do cérebro para a estimulação de um ponto de acupuntura. Estes experimentos dão credibilidade à existência de um biocampo e às hipóteses de biocampo que nosso Centro e esse Projeto certamente investigarão.
De passagem, deve-se notar que a estimulação dos pontos de acupuntura por ultra-som oferece diversas vantagens sobre métodos convencionais e fornece uma ferramenta extremamente útil ao estudo cientifico e à avaliação quantitativa da acupuntura. Visto que o sujeito não experiencia dor ou qualquer outra sensação durante a estimulação ultra-sônica e que não é observado nenhum aumento na temperatura, o método é adequado para a simulação do experimento. No futuro, um único dispositivo de ultra-som será necessário a imagem do acuponto de interesse e ao fornecimento do estímulo necessário. Um instrumento como esse aumentaria a precisão da acupuntura (hoje, mesmo um acupunturista experiente, pode facilmente colocar a agulha em uma posição errônea, não produzindo nenhuma estimulação e assim nenhum efeito), asseguraria que a estimulação foi feita no local certo com a correta amplitude para o efeito desejado, e poderia ser uma experiência totalmente benigna ao paciente. Acupuntura Ultra-Sônica combinaria o melhor da Medicina Oriental com o melhor da Tecnologia do Ocidente para o desenvolvimento do tratamento de saúde.
Em paralelo com o envolvimento do Dr. Jones com acupuntura, ele se tornou interessado na Terapia Prânica, como mencionado na Seção de Segundo Pano acima (Seção b). Apesar de o Dr Jones ter observado e participado de muitas experiências de cura, ele procurou realizar um conjunto de experimentos controlados que avaliariam de forma mais crítica esta modalidade. Durante o ano passado dois experimentos foram realizados. O primeiro experimento foi uma investigação preliminar acerca dos possíveis efeitos da intervenção da Terapia Prânica nas HeLa células em cultura que foram submetidas a um nível controlado de radiação gama. Por favor, notem que a taxa de radiação passível de sobrevivência pelas células HeLa é conhecida e este modelo laboratorial é bem estabelecido e caracterizado para estudos dos efeitos da radiação.  Nesse experimento, células HeLa foram cultivadas em 10 placas de Petri idênticas e incubadas por 20 dias seguindo um protocolo padrão de cultura celular. Após essa incubação inicial, as placas foram aleatoriamente divididas em 5 grupos, (A, B, C, D, E) com duas placas cada e rotuladas (A1, A2, ... E2) para propósitos de identificação. Cada placa passou por um contador de células automatizado e voltou à incubadora. O Grupo A permaneceu na incubadora imperturbado. Cada placa do Grupo B foi individualmente colocada nos departamentos com fontes de radiação de raio gamma e receberam doses controladas calibradas para a produção de uma taxa de mortalidade celular de 50% no decorrer de dois dias. O Grupo C foi submetido ao mesmo padrão de radiação do Grupo B, porém, imediatamente após a radiação, foram tratados por 30 minutos por um Terapeuta Prânico experiente que “limpou a energia suja das células e direcionou prana para as células com a finalidade de ajudar na sua recuperação”, Grupo D foi primeiramente tratado por um Terapeuta Prânico experiente que “limpou a energia suja das células e projetou prana nelas para protegê-las da radiação” e depois as sujeitou ao mesmo padrão de radiação que o Grupo B e C. Grupo E foi tratado com Terapia Prânica tanto antes como depois da radiação. Dois dias depois que os Grupos B, C, D e E receberam a radiação, todas as placas foram removidas da incubadora, individualmente passaram pelo contador de células automatizado e as mensurações foram comparadas a contagem das células antes do tratamento. Os resultados estão descritos na Tabela 1 abaixo. Como predito pelo sistema modelo, todas as células do Grupo 1 sobreviveram (na realidade 99,6%), enquanto somente metade das contidas no Grupo B sobreviveram após a radiação (na realidade 48,8%). Note-se, entretanto, que a Terapia Prânica teve um significativo impacto na capacidade de sobrevivência das células dos Grupos C, D e E. Aplicando a Terapia Prânica nas células depois da radiação (Grupo C) a taxa de sobrevivência mudou de 48,8% para 76,5%, um aumento de 56,8% na sobrevivência das células. Os resultados são ainda melhores quando as células foram tratadas com Terapia Prânica antes da radiação (Grupo D). Aqui, as taxas de sobrevivência aumentam de 48.8% para 89,2%, representando um aumento na capacidade de sobrevivência de 82,8%. Tratando as células tanto antes como depois da radiação, a taxa de sobrevivência foi elevada de 48,8% para 92,3%, representando um inacreditável aumento de 89,1% da sobrevivência. Ainda que preliminarmente, acreditamos que estes dados são impressionantes e falam por si mesmos. Os resultados são de difícil conciliação com a ciência ocidental contemporânea e nenhuma explicação médica plausível é evidente.


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TABELA 1: Sobrevivência de células HeLa com Terapia Prânica (dados não publicados) 

GRUPO                                                             % SOBREVIVÊNCIA  DAS CÉLULAS
A (controle)                                                            99.6% 
B (somente radiação)                                              48.8% 
C (Terapia Prânica após a radiação)                         76.5% 
D (Terapia Prânica antes da radiação)                      89.2% 
E (Terapia Prânica antes e após a radiação)              92.3% 
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Um segundo estudo preliminar para avaliação a Terapia Prânica utilizou do sistema celular Trypanosoma cruzi Metacyclogenesis Assay. Este sistema foi escolhido por razão de que Dr. Jones trabalhava com um pós-doc e tinha vários anos de experiência na utilização deste modelo para testar os efeitos de saúde ambiental, e por ele ter desenvolvido uma serie de parâmetros quantitativos e qualitativos para teste. Qualquer mudança nas respostas normais seria prontamente aparente e poderia ser quantificada. Além do mais, os experimentos poderiam ser conduzidos independentemente do Dr. Jones e independentemente de qualquer um envolvido ou com conhecimentos sobre a Terapia Prânica. “O ensaio T.cruzi tem demonstrado responder a um número de agentes externos que induzem ou inibem o nível de stress fisiológico do organismo.” T. cruzi é também uma primitiva célula eucarionte e assim sendo deve responder a agentes que produzem efeitos gerais sobre as células. Isto está em contraste com tipos de células especializadas utilizadas para acesso a efeitos humanos, como células queratinócitas da pele, onde funções diferenciadas restringiriam a expressão dos efeitos. Quatro frascos de cultura foram semeados ao mesmo tempo com T. Cruzi e incubados. No segundo dia todos os frascos foram retirados da incubação por um período de quatro horas. Durante este tempo dois destes frascos foram tratados por um experiente Terapeuta Prânico por 30 minutos. O Terapeuta “limpou a energia suja dos dois frascos e aplicou prana para a energização das células”. Todos os quatro frascos foram incubados por mais 5 dias. No dia seguinte (dia sete) foi realizada uma análise sobre todos os frascos. Apesar da metaciclogênese, ou conversão para o estágio infectante do parasita humano, ter sido notada em todas as amostras, aqueles frascos tratados com a Terapia Prânica apresentaram metaciclogênese inibida. No grupo de controle, 62,8% da população atingiu o estágio de transformação, enquanto somente 34,2% naqueles tratados com Terapia Prânica alcançaram o mesmo estágio. Isso sugere que a população celular tratada com Terapia Prânica não experienciou os fatores ambientais de stress que culminaram na transformação do grupo controle, e que a Terapia Prânica proveu proteção adicional que, com efeito, inibiu o stress. A Terapia Prânica, sendo assim, providenciou um aumento de 45,5% na habilidade das células de sobreviverem ao stress. Para este modelo biológico particular, 5% de efeito seria considerado muito significativo. Mais uma vez, nós somos levados a uma situação inextricável na qual os resultados são de difícil de conciliação à ciência ocidental contemporânea e não é evidente explicação biomédica plausível.


D: PROJETO DE PESQUISA E MÉTODO

D:1 Visão global do plano de pesquisa

Como parte do Center for Frontier Medicine in Biofield Science (CFMBS), este programa colaborativo irá, pela primeira vez, avaliar criticamente a Terapia Prânica em ambos os âmbitos laboratoriais e clínicos utilizando dos principais métodos rigorosos científicos. Dois estudos são propostos. O primeiro estudo, uma investigação laboratorial, examinará possíveis efeitos da intervenção da terapia prânica em células HeLa em cultura que foram expostas a vários níveis de radiação gama. Taxas de sobrevivência à radiação são conhecidas para as células HeLa e esse modelo laboratorial é bem estabelecido e caracterizado para estudos dos efeitos da radiação. Aqui os objetivos da Terapia Prânica será o de alterar os efeitos da radiação e aumentar a taxa de sobrevivência das células HeLa para uma grande diversidade de parâmetros de radiação. O primeiro estudo também determinará se a Terapia Prânica aplicada próxima à cultura (proximamente) é de alguma forma diferente da aplicada a diversas distâncias (distantemente). Repetindo estes experimentos utilizando de 8 a 12 Terapeutas Prânicos diferentes, nós iremos determinar o efeito da proficiência, experiência e também talento na aplicação desta modalidade. Experimentos selecionados serão repetidos mediante várias condições de isolamento. Isto é, células HeLa irradiadas em cultura serão tratadas com Terapia Prânica enquanto isoladas de campos elétricos, campos magnéticos, raios-x, e/ou raios gama. Tais experimentos deverão claramente definir que tipo de biocampo está relacionado à Terapia Prânica, levando também a um novo quadro teórico para descrever tudo sobre a cura energética.
O Segundo estudo deste programa proposto, conduzido depois do estudo laboratorial, é uma investigação clínica double-blind com duração de três anos da Terapia Prânica aplicada a pacientes aleatoriamente selecionados (N=500) na Unidade de Queimados da UCI. Apesar de o Diretor da Unidade de Queimaduras estar ciente do objetivo do nosso estudo, os outros médicos e a equipe da Unidade não serão informados, e lhes será dito que qualquer documento adicional de trabalho está relacionado com os resultados de um estudo ainda em curso. Os pacientes da Unidade de Queimados inclusos neste estudo receberão os cuidados padrões definidos pela Unidade e não estarão conscientes de nenhum estudo de Terapia Prânica. Todo paciente na Unidade de Queimados é um possível candidato para o nosso estudo e a sua seleção será amplamente baseada na possibilidade do médico responsável ter ou não tempo hábil para o preenchimento de um formulário de uma página descrevendo a sua condição e enviá-lo por FAX para o Diretor do Programa. Acreditamos que podemos facilmente captar 150 pacientes por ano para o nosso estudo. Cada paciente incluído no estudo será aleatoriamente escolhido para receber (ou não) Terapia Prânica à distância. Os Terapeutas Prânicos determinarão a distância e a freqüência do tratamento, registrando estas informações em um anexo ao formulário sobre condição do paciente. Depois da alta do paciente, cada médico e membro da equipe envolvida nos seus cuidados avaliarão seu ritmo de recuperação e sua condição. Essas avaliações irão determinar a eficácia do Tratamento Prânico na promoção da cura em queimaduras e providenciará a base para mais estudos clínicos adicionais em outras áreas.

D:2 A seleção dos Terapeutas Prânicos

No presente momento, cinco Terapeutas Pânicos locais assim como Mestre Choa, o fundador da Terapia Prânica moderna, concordaram em participar do projeto sugerido. Diversos outros terapeutas indicaram que irão participar, porém, a documentação oficial ainda não está disponível. Todos os Terapeutas conhecem e respeitam Dr. Jones, tanto como um cientista quanto como um terapeuta, e estão animados sobre as possibilidades de participar neste estudo. Esse grupo de Terapeutas também inclui dois Mestres na Terapia Prânica: Master Choa e Master Co. Nós iremos realizar um esforço concertado para dividirmos a “carga de trabalho” igualmente entre os Terapeutas, já que todos com exceção do Mestre Choa são locais. Master Choa está no Sul da Califórnia várias vezes por ano e concordou em colocar um esforço extra quando disponível.
No começo do programa, e posteriormente em uma base anual, cada um dos Terapeutas Prânicos participantes deverá completar um formulário confidencial no qual eles irão classificar a força (ou sucesso) de todos os terapeutas, incluindo a si próprio. Será interessante analisar como essas avaliações mudarão no decorrer do programa e quão bem elas relacionam com os experimentos atuais.

D:3 Estudo #1

O primeiro estudo irá examinar os possíveis efeitos da intervenção pela Terapia Prânica nas células HeLa em cultura, que foram expostas a diversos níveis de radiação gamma. Isso é essencialmente uma repetição ampliada do experimento preliminar com células HeLa relatado acima na Seção de Estudos Preliminares. Portanto, o que definimos como um “único experimento” é somente uma repetição do experimento preliminar sob diferentes condições. Um único experimento, desta forma, consiste na cultura de células HeLa em 10 placas de Petri idênticas e incubadas por 20 dias seguindo o protocolo padrão de cultura de células. Após essa incubação inicial, as placas serão aleatoriamente divididas em cinco grupos, (nA, nB, nC, nD, nE) de quatro placas cada e rotuladas (nA1, nA2, nA3, nA4, nB1..., nE4) para propósitos de identificação. Aqui n especifica um preciso conjunto parâmetro definido a partir do seguinte grupo de variáveis: o específico Terapeuta Prânico, a calibrada taxa de morte celular e a distância a cultura celular e o Terapeuta. Cada placa de Petri será submetida ao contador celular automatizado e retornará a incubadora. O Grupo A permanecerá na incubadora imperturbado. Cada placa do Grupo B será individualmente colocada no departamento fonte de radiação de raios gama  e será exposta a controladas doses de radiação calibradas para a produção de uma específica taxa de mortalidade depois de um certo lapso temporal. Grupo C será submetido ao mesmo padrão de radiação que o Grupo B, porém, imediatamente após a radiação, será tratado durante 30 minutos por um experiente Terapeuta Prânico. O Grupo D será primeiramente tratado por um experiente Terapeuta Prânico e depois submetido ao mesmo perfil de radiação que os Grupos B e C. Grupo D será tratado com Terapia Prânica tanto antes como depois da radiação. Após o tempo necessário para atingir a taxa de morte celular específica, todas as placas serão retiradas da incubadora, individualmente serão submetidas ao contador de células automatizado, e as medições serão comparadas a contagem de células anterior ao tratamento. A faixa de parâmetros a serem inicialmente exploradas incluirão as seguintes: 

            (1) O Terapeuta Prânico: participarão de 10 a 20 terapeutas diferentes.
            (2) A calibrada taxa de morte celular: 90%, 70%, 50%, 20%, (após dois dias).
            (3) A distância entre o terapeuta e o objeto: adjacente, no próximo cômodo, no próximo prédio,
                 diversos quilômetros, longas distâncias.
            (4) A distância e a natureza do Tratamento Prânico deverá ser alterada de acordo com o apropriado.

Até mesmo o parâmetro acima oferece combinações excessivas para um estudo prático. Desses nós selecionaremos várias centenas de experiências que apareçam durante o curso do estudo para que seja produtivo. Cada terapeuta prânico será avaliado segundo um espectro de parâmetros, e questões relativas aos efeitos da distância entre o terapeuta e o alvo serão resolvidas. Embora o protocolo acima  seja direto e aparentemente aborda as mais importantes questões, nós estaremos abertos e preparados para realizar as mudanças e alterações na medida que foram necessárias ou consideradas interessantes.

Repetiremos experiências selecionadas, com o intuito de representar um conjunto de parâmetros apropriados, porém com diversas modalidades de blindagem entre as células em cultura e o terapeuta. Tais estruturas isolarão as células durante o tratamento de campos elétricos, magnéticos, e/ou raios x e raios gama. A partir da tentantiva de cambinar blindagens nós seremos capazes de obtermos insights sobre a natureza dos mecanismos associados a Terapia Prânica, e de uma maneira mais geral, sobre os biocampos. Muitos, incluindo a maioria dos Terapeutas Prânicos, acreditam que a blindagem não traria efeitos ao processo de cura. Se provada a veracidade desta afirmação, esse resultado terá um enorme efeito no nosso conceito de biocampos e energia, além de alterar nossa visão a respeito do mundo físico.

D:4 Estudo #2

Dr. Jones trabalhou na Unidade de Queimados da UCI com o Dr. Achauer, o Diretor, por muitos anos e em uma variedade de projetos. Mais recentemente, Dr.Jones desenvolveu um sistema de imagem ultra-sônica sem contato, capaz de avaliar e mensurar a severidade das queimaduras sem tocar a pele (J P Jones, et al, 1997). Os ensaios clínicos iniciais para essa tecnologia foram recentemente finalizados com sucesso na Unidade de Queimados da UCI (S Iraniah, 2000). Através destes e de outros programas Drs. Jones e Achauer desenvolveram auto-respeito mútuo que leva a possibilidade do estudo proposto e assegura o seu sucesso. Esse denominado estudo secundário, conduzido depois do Estudo #1, pretende providenciar uma avaliação da Terapia Prânica quando aplicada a queimaduras.

Dada a natureza da Terapia Prânica (e a natureza dos biocampos em geral), nós acreditamos que é imperativo que tanto paciente quanto a equipe clínica não estejam conscientes da intervenção. Assim sendo, todos os pacientes envolvidos no estudo receberão cuidados padrão como definidos pela Unidade, porém, não saberão de nenhum estudo em curso a respeito da Terapia Prânica. Apesar de Dr. Achauer apoiar e estar ciente do nosso estudo como Diretor da Burn Unit, os outros médicos e a equipe da Unidade não serão informados e será dito que os documentos de trabalho suplementares estão relacionados com resultados de um estudo ainda em curso.

Nosso objetivo é capturar para nosso estudo todo possível paciente que for admitido nesta Unidade de Queimados. Deste modo, o nosso grupo de pacientes é limitado à população da Unidade de Queimados, e não apresenta restrição de idade, sexo ou raça. Dado a população usual da Unidade de Queimados, nós acreditamos que seremos capazes de inscrever 150 pacientes por ano ou 500 no decorrer de três anos. A única dificuldade na inscrição dos pacientes seria a falha do médico responsável em completar o formulário que será usado para o Tratamento Prânico. Este formulário é idêntico ao que nós temos utilizado pelos últimos três anos para a avaliação clínica de imagem ultra-sônica de não-contato (do ultra som de não contato). Este formulário é facilmente preenchido pelo médico e providenciará ao Terapeuta Prânico todas as informações necessárias. Nosso protocolo requer que o formulário do paciente seja enviado por Fax ao Dr. Jones dentro de 12 horas da admissão (internação) do paciente e que o paciente seja aleatoriamente escolhido para receber (ou não receber) o tratamento prânico.  Se não for aplicada a Terapia Prânica, o formulário do paciente será preenchido pelo Diretor do Projeto e a observação anotada. Caso for determinada a aplicação da Terapia Prânica, Dr. Jones escolherá aleatoriamente um terapeuta, confirmará a sua disponibilidade e lhe providenciará uma cópia do formulário do paciente. Individualmente, o Terapeuta Prânico determinará a distância, a freqüência, e a natureza do tratamento, registrando os detalhes do processo de tratamento na sua cópia do formulário do paciente. Na conclusão do processo de tratamento, o formulário completo será encaminhado ao Dr. Jones para sua análise e revisão. Em todos os casos, o tratamento prânico será aplicado à distância. Nenhum dos terapeutas envolvidos acredita que seja necessário estar próximo ao sujeito para a produção do efeito desejado. Ademais, manter o terapeuta e o paciente distantes assegura que o paciente e o médico permanecerão inconscientes do estudo. No momento da alta do paciente, cada médico e membros da equipe envolvidos nos cuidados do paciente completarão um formulário avaliando o ritmo de recuperação do paciente e sua condição em comparação ao que era esperado no momento da admissão. Simplesmente, a equipe médica avaliará a recuperação do paciente como mais demorada que o esperado, como o esperado, ou mais rápida que o esperado. Depois de três anos e de 500 pacientes (250 sem tratamento prânico, 250 com tratamento prânico), nós acreditamos que estaremos aptos a discutir a eficácia desta modalidade.

E:  HUMAN SUBJECTS  
Este estudo depende da aprovação da IRB Human Comitee Subjects.
F: ANIMAIS VERTEBRADOS
Nenhum utilizado.
G: BIBLIOGRAIFA CITADA  
Z H Cho, S C Chung, J P Jones, J B Park, H J Park, H J Lee, E K Wong, and B I Min, ?New Findings of the Correlation Between Acupoints and Corresponding Brain Cortices Using Functional MRI,? Proc. Nat?l. Acad.
Sci. Vol 95, pp 2670 - 2673 (March 1998). 
Choa Kok Sui, Pranic Healing, Samuel Weiser, Inc. (1990).  
Choa Kok Sui, Advanced Pranic Healing , Samuel Weiser, Inc. (1995a).  
Choa Kok Sui, Pranic Psychotherapy, Samuel Weiser, Inc. (1995b).  
S Iraniah, J P Jones, M Cinat, B Achauer, and V VanderKam, ?Non-contact Ultrasound for Determination of Burn Depth, ? J. Burn Care and Rehabilitation  (March 2000).  
J P Jones, D Lee, M  Bhardwaj, V VanderKam, and B Achauer, ?Non-contact Ultrasonic Imaging for the Evaluation of Burn depth and Other Biomedical Applications,? Acoustical Imaging, 23, 89-93 (1997)  
J P Jones, ?Acupuncture Stimulation Using Ultrasound,? Proceedings of the International Workshop on New Directions in the Scientific Exploration of Acupuncture, Beckman Center for the National Academies of Sciences and Engineering, Irvine, California (May 22, 1999).
J P Jones, C S So, D Kidney, and T Saito, ?Evaluation of Acupuncture Using fMRI and Ultrasonic Imaging,? presented at the 20th Annual Meeting of the Society For Scientific Exploration, La Jolla, CA (June 7 ? 9, 2001)  
J P Jones, ?Quantitative Evaluation of Pranic Healing Using Radiation of Cells in Culture,? presented at the 20th Annual Meeting of the Society For Scientific Exploration, La Jolla, CA (June 7 ? 9, 2001)  
J P Jones, ?Ultrasonic Acupuncture and the Correlation Between Acupuncture Stimulation and the Activation of Associated Brain Cortices Using Functional MRI,? Proceedings of the First Conference on the Bigu Manifestation, State College, Pennsylvania (June 24 - 25, 2000), Springer (in press).
J P Jones, et al, ?An Evaluation of Ultrasonic Acupuncture Using Functional MRI,? (in preparation).